Orações Subordinadas

ORAÇÕES FINAIS — indicam propósito/fim: Sem conjunção especial; usa-se o presente ou futuro do indicativo. ndi-enda, hatala (ndi-ka-tala) = eu vou ver Quando o verbo principal está no passado, usa-se o futuro composto na subordinada: nd'-aenda, nd'-aka-tala = eu fui ver Infinito como oração final: u-asoka oku-loia = ele pretendeu dar um tiro ORAÇÕES OBJETIVAS — com oku-ti no início (= dizendo / que): u-akuniha oku-ti, m'onjila mu-kasi evita = ele soube que no caminho há guerra Para citação direta: hati = ele disse; v'ati = eles disseram u-afuka, hati, u-akuatele ongombe = ele confessou que tinha roubado o boi ORAÇÕES CONDICIONAIS — conjunção nda (se, assim, como): nda o-tu-veta, tu-tila = se ele nos bater, nós fugimos Condição contrária à principal — repete-se nda: nda u-a-tu-vetele, nda tu-atila = se ele nos tivesse batido, nós teríamos fugido Condição elíptica: ch'-asosa, nda osukini = isto é doce como o açúcar ORAÇÕES TEMPORAIS — com echi (quando) ou substantivos adverbiais: echi tu-pitila, tu-katunga = quando nós chegarmos, trabalharemos eteke tu-apitila, tu-atungile = no dia em que chegámos, trabalhámos ORAÇÕES CONCESSIVAS — com ndanho (contudo, todavia, ainda que): tu-chi-lia, ndanho chi-lula = nós comemos isto, ainda que seja amargo ORAÇÕES CAUSAIS — com mekonda (porque, por causa de): nd'-apitila eteke likuavo, mekonda li'oku-pitisa pvimbulu = eu cheguei no dia seguinte por ter feito partir os burros (mekonda = mu + ekonda; o infinito que se segue é regido pelo genitivo)